Dicas para pagar menos impostos.
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Dicas para pagar menos impostos.

Não há quem não reclame da pesada carga tributária de nosso país, que indubitavelmente fica com uma parcela muito considerável de tudo que produzimos. Por esse motivo, muitos empresários se veem em tentação: trabalhar 100% dentro da lei ou tentar buscar “caminhos alternativos”? Sei que pode parecer estranho que em meio ao “Big Brother” da Nota Fiscal Eletrônica, do acesso da Receita a cartões de crédito e movimentações bancárias dos contribuintes, que ainda existam empresários que pensem que não serão pegos no pulo caso optem pela segunda alternativa. Na verdade, alguns deles ficam tão preocupados em exercer a “evitação fiscal” que se esquecem que podem existir outros meios, dentro da legalidade, de pagar menos – e que no fim das contas o custo de sonegar pode ser bem maior do que a economia feita. Isso sem falar das potenciais multas e penalidades.

Quem opta por sonegar imposto, além de cometer crime de acordo com a Lei nº 4.729/1965, encontra uma série de dificuldades. Sabemos que é difícil hoje em dia um negócio sobreviver sem um sistema informatizado, porém nenhum fornecedor de software sério permite, por exemplo, que a emissão de documento fiscal seja parcial ou opcional, pois isso o tonaria corresponsável pelo crime de sonegação, levando mais cedo ou mais tarde todos os envolvidos a um desastroso fim.

Portanto, quem resolve sonegar acaba com uma gestão mais frágil, sem o uso de sistemas. E quem trabalha sem sistemas precisa confiar que seus funcionários não irão desviar o dinheiro de vendas “não registradas”. Por isso, o dono jamais tira férias e a empresa não cresce. Como seria a expansão ou abertura de uma nova unidade sem o dono estar lá, pessoalmente, para cuidar manualmente das transações “por fora”? Além disso, o fato fica explícito, sendo comum ocorrerem casos onde empresários sofrem ameaças de denúncias por ex-empregados no momento da rescisão.

Mas, felizmente, é possível buscar formas legais para pagar menos impostos. Não podemos nunca esquecer que as regras tributárias do nosso país, além de serem supercomplexas, possuem muitas interpretações, a ponto de ser bem difícil uma empresa estar 100% correta, por mais que queira! Então, vamos considerar que uma empresa neste segundo cenário não é uma organização perfeita, é apenas uma empresa que não quer pagar mais tributos do que que deveria. E por onde começar?

Na selva tributária, ter um bom guia pode ser a diferença entre a vida e a morte empresarial. Tudo começa, sem dúvida, com uma boa assessoria contábil. O contador assumiu nos últimos anos uma posição estratégica para empresas de qualquer porte. Então, por isso, fui direto à fonte, pesquisando as principais dicas de como lidar melhor com os impostos, dentro da legalidade. Veja o que disseram alguns dos melhores contadores do país:

Enquadre a empresa adequadamente: Um ponto de convergência onde todos os contadores são unânimes é que as empresas precisam optar pelo regime tributário mais adequado. “Ter um faturamento pequeno não quer dizer que ela deve ficar no Simples Nacional”, alerta Roberta Mantovani dos Santos, diretora da Contabilidade Nova Equipe M.. Cabe ressaltar que “o cliente deve solicitar ao seu contador uma análise anual do enquadramento”, lembra Relton Chaves, da Atlas Assessoria. “A empresa deve possuir uma boa gestão interna e uma boa contabilidade para fazer uma comparação entre os regimes do Simples Nacional, do Lucro Presumido e do Lucro Real”, destaca Gabriel Jacintho, diretor da GJacintho Consultoria. Porém, apenas é viável a simulação do enquadramento se a empresa possuir sistemas e controles eficientes na sua gestão financeira e operacional. Em outras palavras, muitas empresas pagam mais do que deveriam simplesmente por falta de uma gestão interna que gere informações confiáveis para uma análise mais criteriosa do regime tributário adequado.

Analise os benefícios fiscais: Após essa análise, sendo viável permanecer no Simples, ainda caberá verificar os benefícios fiscais previstos às operações realizadas, ou seja, “se o contribuinte cadastrou corretamente em seu sistema as operações com substituição tributária do ICMS, se há hipótese de isenção ou diferimento do ICMS (para fins de exclusão do % do ICMS do DAS), bem como se há situações de saídas de produtos monofásicos (casos em que ao estabelecimento comercial é aplicada alíquota zero de PIS/COFINS, também excluindo os percentuais correspondentes do DAS)”, explica Antonio Carlos Ijanc, da Helija Contabilidade. Pedro Barros, da MG Auditoria e Contabilidade, demonstra em números este caso para o estado de Pernambuco. “Uma empresa que está na faixa de alíquota do Simples de 11,61%, para mercadorias adquiridas com o pagamento de ICMS Substituição Tributária, poderia reduzir esta alíquota para 7,66%”, exemplifica.

Verifique as alíquotas: Outra boa dica é, na cotação de preços, sempre verificar se o produto comprado não ultrapassa os 40% de seu conteúdo em importação. “Neste caso, a mercadoria virá com alíquota de 4% de ICMS onde o empresário, sendo do Simples, não terá direito ao crédito do valor e ainda terá que recolher a diferença de alíquota (alíquota do estado menos 4%), acarretando assim um grande aumento da carga tributária”, destaca Robison José Teodoro, da Exatus Contabilidade.

Avalie dividir a empresa: “Uma opção mais avançada é repensar a estrutura empresarial, com uma possível divisão do objeto da empresa em um conjunto de empresas responsáveis por cada fase, com regimes tributários mais interessantes para cada uma delas, gerando ganhos em uma ou mais fases”, sugere Enzo Dourado, da Contribute Contadores Associados. Além disso, profissionais liberais, que costumam emitir recibos tributados de IR, já podem se associar em empresas enquadradas no Simples Nacional com uma alíquota reduzida. “No caso de sociedades de advogados, por exemplo, a alíquota inicial é de 4,5%, diminuindo drasticamente a sua carga tributária”, enfatiza Luiz Fernando Martins Alves, da Martins Alves Contabilidade.

Diminua o pró-labore: Agora, se a empresa está no Lucro Real, “diminuir o pró-labore e implantar a distribuição de lucros isentos aos sócios poderá economizar até 47,5% sobre os valores retirados”, garante Marciléia Criscuolo, da São Vicente Contabilidade. Essa distribuição pode ocorrer a qualquer tempo, desde que haja cláusula contratual específica abordando essa possibilidade e os lucros sejam comprovados mediante balancete de suspensão e redução de tributos (balancete mensal na opção do lucro real anual). Para isso, “a escrita contábil precisa ser feita com rigor”, acrescenta a contadora.

Busque opções: Adicionalmente, “é necessário verificar as opções de CNAEs, que também se enquadrem na atividade a fim de garantir uma tributação mais clara e precisa, o que pode trazer diferenças quanto às alíquotas de PIS e COFINS sobre o faturamento”, afirma Luís Monteiro, da RMonteiro Contábil. Além disso, “startups que possuem um planejamento para gerar prejuízo nos primeiros exercícios podem se beneficiar de um abatimento futuro de tributos no momento que passar a dar lucro, caso estejam enquadradas em Lucro Real”, explica Luciano Aleixo, da Aleixo & Silva. “Já no caso de multinacionais, para um estrangeiro que busca vender serviços no Brasil, a carga tributária é consideravelmente menor se o cliente estrangeiro se estabelecer no país abrindo uma empresa local e, posteriormente, remetendo os resultados da venda de serviços como lucros e/ou dividendos”, diz Rodrigo Tancredi, da HLB Spot Contábil.

Em suma, independente do regime tributário, a proximidade entre cliente e contador é fundamental. “Em conjunto, podem estudar a legislação estadual, federal e municipal para checar se existem benefícios para os produtos e operações do cliente”, aconselha Jailson Alves, da iGo Gestão Inteligente. Quem pensa em uma operação informal imagina que está economizando o valor do imposto, mas esquece de todo o custo extra que está incorrendo com gestão, equipe, possíveis perdas por desvios, além do tempo e energia que poderiam ser usados para buscar o crescimento. Com uma boa gestão, o empreendedor consegue economizar nos tributos e ter mais chance de crescer, pois com o governo eletrônico, a sonegação tende a se transformar simplesmente em um empréstimo com os juros mais altos do planeta (multa de duas a cincos vezes o valor do tributo), podendo ainda vir acompanhado de detenção de seis meses a dois anos. Com certeza, não vale a pena correr esse risco.

Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/dicas-para-pagar-menos-impostos-samuel-sereja

PIS/COFINS monofásico: você está queimando dinheiro

PIS/COFINS monofásico: você está queimando dinheiro

As empresas optantes pelo Simples Nacional, sejam elas revendedores, atacadistas ou varejistas, tem o direito de reduzir o valor do PIS/COFINS monofásico das vendas no cálculo do imposto.

Tal fato é rotineiramente ignorado ou desconhecido, fazendo com que a empresa pague imposto em duplicidade, tendo seus custos elevados e se tornando menos competitiva.

Preparamos este artigo para lhe ajudar a identificar se você também está queimando dinheiro por não conhecer este importante direito.

O que é o PIS?

O PIS é a sigla para Programa de Integração Social. Ele é um tributo federal de caráter social, com o objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego entre outros direitos dos trabalhadores de empresas públicas e privadas.

O que é a COFINS?

A sigla COFINS significa Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. Ela serve para financiar áreas da seguridade social como a Previdência Social, a Assistência Social e a Saúde Pública.

O que é o regime monofásico?

O regime monofásico do PIS e da COFINS é o mecanismo em que a indústria ou equiparado é responsabilizado por recolher o tributo devido em toda a cadeia produtiva ou de distribuição subsequente. Em outra palavras, a indústria recolhe todo o tributo e os revendedores, atacadistas ou varejistas não possuem mais a obrigação de recolher.

E o regime de substituição tributária?

De uma forma bem simplista, podemos dizer que a substituição tributária trabalha da mesma forma que o regime monofásico: transferindo a responsabilidade do recolhimento do tributo de toda a cadeia para a indústria ou equiparado. A diferença é que o monofásico pode ter sua apuração cumulativa ou não cumulativa dependendo do regime tributário. Já a substituição tributária é sempre cumulativa. Para o objetivo deste artigo, esta diferença é irrelevante.

É importante ressaltar também que você não deve confundir a substituição tributária do PIS/COFINS com asubstituição tributária do ICMS. Apesar dos conceitos serem parecidos, eles são tributos totalmente diferentes.

Quem pode se beneficiar?

Em teoria as empresas optantes pelo Simples Nacional e que atuam como revendedores, atacadistas ou varejistas podem se beneficiar desta redução.

Na prática, normalmente revendedores e atacadistas não consegue se enquadrar no Simples Nacional. Sendo assim, é mais provável que a sua empresa tenha direito caso ela seja um comércio varejista.

Qual será o tamanho da minha economia?

Isso vai depender da faixa de faturamento em que a sua empresa encontra-se enquadrada na tabela do Simples Nacional. A economia pode chegar até a 1,98% do total dos produtos vendidos como monofásicos e substituição tributária.

O que basicamente acontecerá é que o montante das mercadorias monofásicas e e substituição tributária ficará de fora do cálculo do valor do PIS e da COFINS. A sua economia será os percentuais indicados nas colunas “COFINS” e “PIS/Pasep” da tabela do Simples Nacional.

Quais são as mercadorias passivas de crédito?

Como dito anteriormente, são todas as mercadorias que estão classificadas como monofásicas e substituição tributária do PIS/COFINS. Não importa se a sua empresa adquiriu esta mercadoria de um fornecedor do Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido.

Você pode adquirir a listagem de produtos no site da Receita Federal, através das tabelas:

  • Tabela 4.3.10: Tabela Produtos Sujeitos à Incidência Monofásica da Contribuição Social – Alíquotas Diferenciadas – CST 02 e 04.
  • Tabela 4.3.11: Tabela Produtos Sujeitos à Incidência Monofásica da Contribuição Social – Alíquotas por Unidade de Medida de Produto – CST 03 e 04.
  • Tabela 4.3.12: Tabela Produtos Sujeitos à Substituição Tributária da Contribuição Social – CST 05.

Não colocaremos aqui o link para cada tabela, pois elas são atualizadas com frequência. Por falar nisso, esta deve ser uma preocupação sua.

Isso é válido para todo tipo de documento fiscal?

Sim. Não importa o documento fiscal que a sua emita, ela tem direito ao crédito.

Se você emite cupom fiscal, você precisa enviar para a sua contabilidade um relatório no fim do mês apontando o valor total vendido por CST do PIS/COFINS. Assim ela poderá separar o quanto foi vendido para os CSTs 02, 03, 04 e 05 e deduzir da sua guia de pagamento do Simples Nacional.

Caso você emita NF-e ou NFC-e, talvez a coisa toda seja mais simples. É possível que o software da sua contabilidade consiga baixar estes dados da CONFAZ e realizar os devidos cálculos.

Se o software da sua contabilidade não consiguir apurar automaticamente os dados da NF-e e NFC-e, você também terá que enviar um relatório da mesma forma que é feito para o cupom fiscal.

Conclusão

Vivemos em um país onde a carga tributária é altíssima e a complexidade em apurar os impostos parece ser proposital.

O governo não reclamará se você pagar a mais, e é sua obrigação ficar de olho. Caso contrário seu negócio pode perder a competitividade perante aos concorrentes.

Não deixe de conversar com seu profissional contábil. Ele é a pessoa mais habilitada para lhe ajudar.

E então, gostou? Deixe seu recado nos comentários!

Autor: Cezinha Anjos
Fonte: http://www.asseinfo.com.br/blog/pis-cofins-monofasico/

Gestão e Projetos de TI

Gestão e Projetos de TI

Case: Loja Vivara – Shopping Bosque Grão Pará

Transformar sonhos em joias. Foi com essa missão que a Vivara nasceu. Em 1962, uma loja familiar no centro de São Paulo abria suas portas, com o compromisso de oferecer peças criadas com o mesmo cuidado com que os antigos ourives faziam joias exclusivas e eternas.

Desde então, suas preciosas criações conquistaram cada vez mais espaço. Hoje, a Vivara é a maior rede varejista de joalherias do Brasil, com mais de 160 lojas nas principais cidades do país.

A Calim Informática em parceria com a Servitec Facilities-SP, realizou a estruturação de rede lógica, rede de computadores, CFTV, sistema de monitoramento da nova loja Vivava – Shopping Bosque Grão Pará e prestação de suporte e reparos ao ambiente de informática e telecomunicações.

Mais de 10 mil empresas terão de emitir Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) a partir de dezembro.

Mais de 10 mil empresas terão de emitir Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) a partir de dezembro.

A partir desta terça-feira, 1º de dezembro, a emissão de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), no Pará, passará a ser obrigatória para mais dez mil estabelecimentos comerciais. Desde 2014, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) iniciou o projeto piloto para implantação da NFC-e no Estado. Atualmente 700 são obrigadas a fazer a emissão. Até novembro, foram emitidas mais de oito milhões de notas no Estado.

A Sefa regulamentou o uso da NFCe por meio da Instrução Normativa nº 28/ 2014. A obrigatoriedade começou em junho deste ano para os estabelecimentos vinculados à Coordenação Especial de Grandes Contribuintes da Sefa, que vendam ou forneçam mercadorias à pessoa natural ou jurídica não contribuinte do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e que estejam obrigados à Escrituração Fiscal Digital (EFD).

Em dezembro a obrigatoriedade vai se estender para as empresas que fazem a apuração normal do ICMS, e em junho de 2016 passarão a ser obrigados a emitir NFC-e os demais estabelecimentos contribuintes de ICMS. A Secretaria da Fazenda permite a adesão voluntária das empresas. “Das 2,2 mil empresas que emitem NFCe no Pará, cerca de duas mil aderiram voluntariamente, isto é, ainda não estão obrigadas ao uso da nota eletrônica”, informa o coordenador do Projeto NFC-e no Pará, José Guilherme Koury.

Para ele, a implantação da NFCe “é um sucesso, pela quantidade de empresas voluntárias e pelo volume de emissões”. Ele ressalta que as empresas obrigadas têm o prazo de um ano para fazerem a emissão concomitante de cupons fiscais e de NFCe. Depois desse prazo, só poderão emitir nota eletrônica nas vendas ao consumidor final. “Este prazo permitirá que as empresas façam a adaptação com tranquilidade e possam cumprir com as obrigações fiscais”. O projeto de implantação da NFC-e no Pará está vinculado ao programa Nota Fiscal Cidadã. Só podem solicitar o credenciamento voluntário as empresas que estiverem cadastradas no Programa NFC.

As regras para a transição dos documentos fiscais atuais para a emissão de NFC-e preveem que a emissão da NFC-e poderá ser feita concomitante com a Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou Cupom Fiscal, pelo prazo de doze meses, contados a partir da data do credenciamento da emissão à NFC-e.

Os contribuintes do ICMS devem devolver, no prazo de 30 dias, os blocos ou formulários de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, não usados, quando estiver esgotado o prazo da emissão concomitante, à Coordenação Especial ou Regional da Secretaria da Fazenda da sua circunscrição, para serem cancelados.

“A emissão da Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, ou o Cupom Fiscal após o prazo estabelecido pela instrução normativa tornará os documentos inidôneos. A partir do credenciamento para emissão da NFC-e, a Autorização de Impressão de Documentos Fiscais, em relação à Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, será limitada a dois blocos, e ficará proibida a concessão de Autorização de Uso de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF)”, informa Koury. Mais informações pelo telefone 0800-725553 ou no site www.sefa.pa.gov.br/nfce.

Fonte: http://nfce.sefa.pa.gov.br/index.php/76-mais-de-10-mil-empresas-terao-de-emitir-nota-fiscal-eletronica-a-partir-de-dezembro

Calim Informática estrutura a nova loja Vivara – Bosque Grão Pará.

Calim Informática estrutura a nova loja Vivara – Bosque Grão Pará.

Transformar sonhos em joias. Foi com essa missão que a Vivara nasceu. Em 1962, uma loja familiar no centro de São Paulo abria suas portas, com o compromisso de oferecer peças criadas com o mesmo cuidado com que os antigos ourives faziam joias exclusivas e eternas.

Desde então, suas preciosas criações conquistaram cada vez mais espaço. Hoje, a Vivara é a maior rede varejista de joalherias do Brasil, com mais de 160 lojas nas principais cidades do país.

Seguindo seu laço de expansão pelo 4 cantos do Brasil, as lojas Vivara necessitam sempre de uma empresa qualificada e que representam qualidade por onde passa. a Calim Informática em Parceria com a ServTec-SP estruturou a nova loja da Vivara localizada no Shopping Boque Grão Pará.

Serviços contratados: Cabeamento Estruturado, Estrutura de Monitoramento, Estrutura de Internet, Montagem e Teste de PDVs, Estrutura de Internet, Telefonia.

A Calim Informática vem se consolidando cada vez mais por onde passa. Vejam que grandes marcar confiam em nossa credibilidade e qualidade em nossos produtos e serviços.

A importância do ECF para comércio de varejo e serviços.

A importância do ECF para comércio de varejo e serviços.

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) foi implementada a partir da publicação da Instrução Normativa RFB Nº 1.422 de dezembro de 2013, que se inclui no programa de modernização da administração fiscal e aduaneira. A ECF faz parte do Sistema de Contabilidade Pública Digital e do Programa de Aceleração do Crescimento, ambos projetos do Governo Federal.

A ECF é uma obrigação de todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, que devem transmitir suas informações contábeis e fiscais ao Sistema Público de Escrituração Fiscal (SPED). O sistema compreende a grande maioria das empresas brasileiras que são tributadas com base no lucro presumido, no lucro real ou no lucro arbitrado.

Além de outras mudanças para o ano de 2015, a partir do ano-calendário de 2014, toda empresa deverá apresentar a ECF, através de um sistema de gestão integrado, as operações que fazem parte da base de calculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e das Contribuições Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Qual a importância da ECF para as empresas?

A Escrituração Contábil Fiscal embora tenha caráter fiscalista, permite uma qualidade melhor das informações contábeis e dos ajustes fiscais na apuração do imposto de renda das pessoas jurídica e da contribuição social sobre o lucro. A importância para a empresa é um único repositório de dados contábeis e fiscais com maior detalhe de informações diminuindo, assim erros, evitando fiscalizações futuras.

A ECF visa, assim, tornar a identificação das infrações fiscais mais rápida, com um melhor controle dos processos contábeis e fiscais e a aumentar a velocidade de acesso a essas informações. A ECF também busca um acompanhamento mais eficaz das operações com um maior confronto entre os dados obtidos e conta com um sistema validador eletrônico.

Qual é a importância de um sistema integrado de informações para a empresa?

O contribuinte que apura Imposto de Renda da Pessoa Jurídica deve observar o prazo para a entrega da ECF na Receita Federal. A apresentação da ECF em atraso ou a sua não apresentação no prazo estipulado pode gerar ao infrator pesadas multas, além de outras penalidades previstas em lei. A lei também prevê multas à empresa que apresentar incorreções ou omissões na apresentação da ECF do calendário fiscal em vigor.

Devido à necessidade de toda empresa se adequar à ECF, é de fundamental importância o uso de um sistema integrado de gestão, como o da Sistema Hiper, que inclusive oferece a solução ECF. Todas as informações contábeis e fiscais devem estar em dia e atualizadas no sistema da empresa, de modo que possa minimizar ou reduzir os riscos de inconsistência entre as informações contábeis e fiscais e a apuração pelo SPED.

Dentro de cada área — tributária, contábil — o ECF tem como objetivo tornar o processo mais eficiente, o que irá beneficiar os usuários com uma diminuição de tempo no processo de coleta e armazenamento de dados e com um aumento eficaz na produtividade do setor contábil da empresa como um todo.

E então? Ficou com alguma dúvida sobre a importância da ECF para a sua empresa? Tem mais alguma dúvida? Entre agora mesmo em contato, estamos com super ofertas para soluções em sistemas de gestão!

Como os sistemas de gestão apoiam a evolução dos pequenos Atacados-Distribuidores

Como os sistemas de gestão apoiam a evolução dos pequenos Atacados-Distribuidores

Geralmente as pequenas empresas buscam ferramentas de gestão quando começam a crescer, em função da necessidade de organização e automatização dos seus processos. Há também aquelas que passam a contar com novas tecnologias de gestão para enfrentar um período de redução de custos, otimização de processos e aumento da competitividade para garantir a sustentabilidade do seu negócio.

Nos dois casos, o uso de sistemas de gestão empresarial ajuda a amadurecer os processos e a traçar novos rumos para o negócio. Isso porque boas soluções de gestão fornecem dados gerenciais e estratégicos que facilitam a tomada de decisão.

Para os pequenos atacadistas-distribuidores, investir em ferramentas de gestão já não é algo fora do alcance. Ao investirem em um ERP que atenda às demandas específicas do seu segmento, estas empresas conseguem interligar suas áreas internas compartilhando uma única base de dados, evitar redundância e retrabalho, além de tornar mais eficientes suas rotinas operacionais.

Há casos em que pequenos atacadistas-distribuidores conseguiram, com o sistema ERP em plena atividade, triplicar sua área de armazenagem, agregar novas marcas no portfólio e ampliar uma série de benefícios em seus processos corporativos.

E os benefícios para os pequenos atacados-distribuidores vão além: informações gráficas para o acompanhamento completo da empresa; rapidez e segurança na automação dos pedidos de vendas externas; agilidade e segurança para obter informações contábeis e fiscais; agilidade para formar cargas; clareza e precisão para formar preços; flexibilidade nas políticas de descontos em vendas; segurança para obter vendas com rentabilidade; completa eficiência na gestão financeira; acompanhamento das vendas, valores e disponibilidades financeiras.

Mais que isso. Os executivos de negócios – diretores, gerentes e supervisores – passam a contar com estas informações em seus dispositivos móveis. Mais uma vez, é a garantia de mais assertividade e rapidez na hora de tomar decisões, em qualquer hora ou lugar. Quem ainda não pensou seriamente nisso, deveria.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-os-sistemas-de-gestao-apoiam-a-evolucao-dos-pequenos-atacados-distribuidores/104389/

NF-e em contingência: tire suas dúvidas

NF-e em contingência: tire suas dúvidas

A maioria dos contribuintes que necessitam fazer uma NF-e em contingência muitas vezes têm dúvidas sobre como ela funciona e quando usá-la. O objetivo deste artigo é ajudá-lo a sanar essas dúvidas, explicando de maneira clara quais são as modalidades de contingência. Confira!

Quando devo utilizar o Modo de Emissão em Contingência?
O Modo de Emissão em Contingência é utilizado quando ocorre algum problema técnico, que pode ser tanto na Secretaria da Fazenda como no ambiente do próprio contribuinte, não havendo como fazer a transmissão do arquivo digital da NF-e. Dessa forma será necessário o envio da NF-e em contingência.

Hoje, a Secretaria da Fazenda permite que, além da emissão da NF-e, algumas modalidades de contingências possam ser utilizadas caso ocorra algum problema.

Quais são as modalidades de NF-e em contingência?
Formulário de Segurança (FS)
O Danfe em Formulário de Segurança, FS, só deve ser emitido quando não for possível a conexão com a Sefaz e com as outras NF-e em contingência. Normalmente, essas situações são muito comuns, devido a problemas na internet do contribuinte ou quando a Sefaz, o EPEC e o Scan estão indisponíveis por conta de algum problema técnico ou atualização realizada pela própria secretaria.

A impressão do formulário de segurança deverá ser feita em duas vias e em papel-moeda. Uma ocorrência deverá ser realizada em um livro próprio para esse fim e, quando o problema técnico for solucionado, a NF-e deverá ser transmitida normalmente.

Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (Scan)
O Scan funciona como outra forma online de envio da NF-e. Ele pode ser utilizado quando o a Sefaz não estiver disponível. O Scan permite o recebimento e a autorização da NF-e, assim como o webservice da Sefaz. O modo Scan de contingência só pode ser utilizado mediante autorização da própria secretaria.

A NF-e que for autorizada pelo Scan será transmitida para o ambiente da Sefaz. Dessa forma, a consulta poderá ser feita tanto em um quanto em outro. Mas, para que uma mesma nota não seja duplicada, o Scan terá somente notas com numeração entre 900 a 999.

Sefaz Virtual de Contingência (SVC)
O SVC foi criado para substituir o uso do Sistema de Contingência do Ambiente Nacional com a vantagem que nesse sistema não será necessário haver uma numeração de série específica.

Evento Prévio de Emissão em Contingência (Epec)
Em dezembro de 2014, a Declaração Prévia de Emissão em Contingência (DPEC), foi substituída pelo Evento Prévio de Emissão em Contingência, propiciando um maior controle pelo fisco.

O diferencial do Epec em relação ao DPEC é que ele permite o registro anterior à emissão do documento e provê outra rota, caso haja falha na internet que não permita o acesso à Sefaz autorizadora e que ainda não tendo sido ativado o Scan ou o SVC.

As informações acima sobre a NF-e em contingência servem para que o contribuinte possa se resguardar caso venha a ocorrer algum problema na conexão de sua internet. Dessa forma, enquanto a conexão não for restabelecida, você poderá escolher entrar em qualquer Modo de Emissão em Contingência.

Como vimos, parece complicado entender todo esse processo de emissão de NF-e, não é mesmo? Por isso, a sua empresa deve preocupar-se em adquirir um sistema de gestão que possibilite a organização e o gerenciamento do seu negócio, evitando qualquer tipo de problema fiscal.

Um bom software de gestão, além de ajudar a aumentar a produtividade e permitir que a empresa se adapte à legislação, realiza o acompanhamento e o monitoramento das vendas, do estoque e principalmente o controle financeiro — tudo isso por meio de dispositivos móveis ou do computador.

Tem ainda alguma dúvida sobre Nf-e em contingência? Deixe-a aqui nos comentários!

Fonte: http://blog.sistemahiper.com.br/nf-e-contingencia/

Setores de TI e Telecom possuem maior oferta de emprego no país

Setores de TI e Telecom possuem maior oferta de emprego no país

Pesquisa elaborada pelo site Love Mondays aponta que esses segmentos oferecem 36% das vagas disponíveis.

Investimentos em automatização de processos são uma das principais razões desse aquecimento.

O Love Mondays, portal especializado em carreiras, salários e em divulgar a avaliação dos funcionários em cada empresa, realizou um levantamento sobre o perfil das ofertas de trabalho disponíveis no Brasil. A pesquisa revelou que os setores de TI e Telecom são os que geram, atualmente, mais empregos no Brasil. O estudo apresenta também um cenário de cargos, setores e oportunidades em diversas regiões do país.

Do total de vagas disponíveis, cerca de 36% são de empresas de TI e Telecom. O setor de bens de consumo aparece na segunda posição, com 21% do total de vagas disponíveis, enquanto Serviços Financeiros aparece em seguida com 17%. Os três setores somados correspondem a 74% de todas as vagas que são ofertadas atualmente no site. Os setores de Manufatura Industrial e Consultoria e Contabilidade respondem por 6% das vagas em aberto cada, seguidos de perto de Mídia e Comunicação, com 4%. Já o segmento de Agropecuária responde por 3% das vagas, enquanto o Automotivo por apenas 2%.

“É interessante ver que o setor de tecnologia da informação continua aquecido. Mesmo em tempos de crise, os investimentos nesta área continuam crescendo pois eles permitem que as empresas criem um diferencial competitivo, automatizem processos para melhorar a eficiência e, portanto, reduzam os custos”, afirma Luciana Caletti, CEO e uma das fundadoras da plataforma.

O levantamento apontou que de todas as vagas disponíveis no portal, cerca de 73% estão concentradas na região Sudeste. As demais vagas estão concentradas nas regiões Sul (11%), Nordeste (4%), Norte (4%) e Centro-Oeste (8%). Na divisão por estados, São Paulo lidera com 61% das vagas, seguido do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, empatados com 8%.

Cerca de 34% das oportunidades de trabalho disponíveis miram os profissionais que se encontram em fase inicial de carreira. Cargos de analista representam 20%, enquanto as vagas referentes a estágios chegam a 14%. Já os cargos gerenciais aparecem com 12% das posições, enquanto que posições para consultores aparecem com 6%, desenvolvedores com 6% e, finalmente, cargos técnicos com 6%.

Luciana comenta ainda que em muitos casos a contratação se deve à substituição de profissionais, mas há também setores que sentem menos os efeitos da recessão e que seguem aumentando o quadro de funcionários, como no caso das empresas de TI e de serviços financeiros.

Fonte: Redação / Love Mondays