A importância do ECF para comércio de varejo e serviços.
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A importância do ECF para comércio de varejo e serviços.

A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) foi implementada a partir da publicação da Instrução Normativa RFB Nº 1.422 de dezembro de 2013, que se inclui no programa de modernização da administração fiscal e aduaneira. A ECF faz parte do Sistema de Contabilidade Pública Digital e do Programa de Aceleração do Crescimento, ambos projetos do Governo Federal.

A ECF é uma obrigação de todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, que devem transmitir suas informações contábeis e fiscais ao Sistema Público de Escrituração Fiscal (SPED). O sistema compreende a grande maioria das empresas brasileiras que são tributadas com base no lucro presumido, no lucro real ou no lucro arbitrado.

Além de outras mudanças para o ano de 2015, a partir do ano-calendário de 2014, toda empresa deverá apresentar a ECF, através de um sistema de gestão integrado, as operações que fazem parte da base de calculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e das Contribuições Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Qual a importância da ECF para as empresas?

A Escrituração Contábil Fiscal embora tenha caráter fiscalista, permite uma qualidade melhor das informações contábeis e dos ajustes fiscais na apuração do imposto de renda das pessoas jurídica e da contribuição social sobre o lucro. A importância para a empresa é um único repositório de dados contábeis e fiscais com maior detalhe de informações diminuindo, assim erros, evitando fiscalizações futuras.

A ECF visa, assim, tornar a identificação das infrações fiscais mais rápida, com um melhor controle dos processos contábeis e fiscais e a aumentar a velocidade de acesso a essas informações. A ECF também busca um acompanhamento mais eficaz das operações com um maior confronto entre os dados obtidos e conta com um sistema validador eletrônico.

Qual é a importância de um sistema integrado de informações para a empresa?

O contribuinte que apura Imposto de Renda da Pessoa Jurídica deve observar o prazo para a entrega da ECF na Receita Federal. A apresentação da ECF em atraso ou a sua não apresentação no prazo estipulado pode gerar ao infrator pesadas multas, além de outras penalidades previstas em lei. A lei também prevê multas à empresa que apresentar incorreções ou omissões na apresentação da ECF do calendário fiscal em vigor.

Devido à necessidade de toda empresa se adequar à ECF, é de fundamental importância o uso de um sistema integrado de gestão, como o da Sistema Hiper, que inclusive oferece a solução ECF. Todas as informações contábeis e fiscais devem estar em dia e atualizadas no sistema da empresa, de modo que possa minimizar ou reduzir os riscos de inconsistência entre as informações contábeis e fiscais e a apuração pelo SPED.

Dentro de cada área — tributária, contábil — o ECF tem como objetivo tornar o processo mais eficiente, o que irá beneficiar os usuários com uma diminuição de tempo no processo de coleta e armazenamento de dados e com um aumento eficaz na produtividade do setor contábil da empresa como um todo.

E então? Ficou com alguma dúvida sobre a importância da ECF para a sua empresa? Tem mais alguma dúvida? Entre agora mesmo em contato, estamos com super ofertas para soluções em sistemas de gestão!

Como os sistemas de gestão apoiam a evolução dos pequenos Atacados-Distribuidores

Como os sistemas de gestão apoiam a evolução dos pequenos Atacados-Distribuidores

Geralmente as pequenas empresas buscam ferramentas de gestão quando começam a crescer, em função da necessidade de organização e automatização dos seus processos. Há também aquelas que passam a contar com novas tecnologias de gestão para enfrentar um período de redução de custos, otimização de processos e aumento da competitividade para garantir a sustentabilidade do seu negócio.

Nos dois casos, o uso de sistemas de gestão empresarial ajuda a amadurecer os processos e a traçar novos rumos para o negócio. Isso porque boas soluções de gestão fornecem dados gerenciais e estratégicos que facilitam a tomada de decisão.

Para os pequenos atacadistas-distribuidores, investir em ferramentas de gestão já não é algo fora do alcance. Ao investirem em um ERP que atenda às demandas específicas do seu segmento, estas empresas conseguem interligar suas áreas internas compartilhando uma única base de dados, evitar redundância e retrabalho, além de tornar mais eficientes suas rotinas operacionais.

Há casos em que pequenos atacadistas-distribuidores conseguiram, com o sistema ERP em plena atividade, triplicar sua área de armazenagem, agregar novas marcas no portfólio e ampliar uma série de benefícios em seus processos corporativos.

E os benefícios para os pequenos atacados-distribuidores vão além: informações gráficas para o acompanhamento completo da empresa; rapidez e segurança na automação dos pedidos de vendas externas; agilidade e segurança para obter informações contábeis e fiscais; agilidade para formar cargas; clareza e precisão para formar preços; flexibilidade nas políticas de descontos em vendas; segurança para obter vendas com rentabilidade; completa eficiência na gestão financeira; acompanhamento das vendas, valores e disponibilidades financeiras.

Mais que isso. Os executivos de negócios – diretores, gerentes e supervisores – passam a contar com estas informações em seus dispositivos móveis. Mais uma vez, é a garantia de mais assertividade e rapidez na hora de tomar decisões, em qualquer hora ou lugar. Quem ainda não pensou seriamente nisso, deveria.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-os-sistemas-de-gestao-apoiam-a-evolucao-dos-pequenos-atacados-distribuidores/104389/

NF-e em contingência: tire suas dúvidas

NF-e em contingência: tire suas dúvidas

A maioria dos contribuintes que necessitam fazer uma NF-e em contingência muitas vezes têm dúvidas sobre como ela funciona e quando usá-la. O objetivo deste artigo é ajudá-lo a sanar essas dúvidas, explicando de maneira clara quais são as modalidades de contingência. Confira!

Quando devo utilizar o Modo de Emissão em Contingência?
O Modo de Emissão em Contingência é utilizado quando ocorre algum problema técnico, que pode ser tanto na Secretaria da Fazenda como no ambiente do próprio contribuinte, não havendo como fazer a transmissão do arquivo digital da NF-e. Dessa forma será necessário o envio da NF-e em contingência.

Hoje, a Secretaria da Fazenda permite que, além da emissão da NF-e, algumas modalidades de contingências possam ser utilizadas caso ocorra algum problema.

Quais são as modalidades de NF-e em contingência?
Formulário de Segurança (FS)
O Danfe em Formulário de Segurança, FS, só deve ser emitido quando não for possível a conexão com a Sefaz e com as outras NF-e em contingência. Normalmente, essas situações são muito comuns, devido a problemas na internet do contribuinte ou quando a Sefaz, o EPEC e o Scan estão indisponíveis por conta de algum problema técnico ou atualização realizada pela própria secretaria.

A impressão do formulário de segurança deverá ser feita em duas vias e em papel-moeda. Uma ocorrência deverá ser realizada em um livro próprio para esse fim e, quando o problema técnico for solucionado, a NF-e deverá ser transmitida normalmente.

Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (Scan)
O Scan funciona como outra forma online de envio da NF-e. Ele pode ser utilizado quando o a Sefaz não estiver disponível. O Scan permite o recebimento e a autorização da NF-e, assim como o webservice da Sefaz. O modo Scan de contingência só pode ser utilizado mediante autorização da própria secretaria.

A NF-e que for autorizada pelo Scan será transmitida para o ambiente da Sefaz. Dessa forma, a consulta poderá ser feita tanto em um quanto em outro. Mas, para que uma mesma nota não seja duplicada, o Scan terá somente notas com numeração entre 900 a 999.

Sefaz Virtual de Contingência (SVC)
O SVC foi criado para substituir o uso do Sistema de Contingência do Ambiente Nacional com a vantagem que nesse sistema não será necessário haver uma numeração de série específica.

Evento Prévio de Emissão em Contingência (Epec)
Em dezembro de 2014, a Declaração Prévia de Emissão em Contingência (DPEC), foi substituída pelo Evento Prévio de Emissão em Contingência, propiciando um maior controle pelo fisco.

O diferencial do Epec em relação ao DPEC é que ele permite o registro anterior à emissão do documento e provê outra rota, caso haja falha na internet que não permita o acesso à Sefaz autorizadora e que ainda não tendo sido ativado o Scan ou o SVC.

As informações acima sobre a NF-e em contingência servem para que o contribuinte possa se resguardar caso venha a ocorrer algum problema na conexão de sua internet. Dessa forma, enquanto a conexão não for restabelecida, você poderá escolher entrar em qualquer Modo de Emissão em Contingência.

Como vimos, parece complicado entender todo esse processo de emissão de NF-e, não é mesmo? Por isso, a sua empresa deve preocupar-se em adquirir um sistema de gestão que possibilite a organização e o gerenciamento do seu negócio, evitando qualquer tipo de problema fiscal.

Um bom software de gestão, além de ajudar a aumentar a produtividade e permitir que a empresa se adapte à legislação, realiza o acompanhamento e o monitoramento das vendas, do estoque e principalmente o controle financeiro — tudo isso por meio de dispositivos móveis ou do computador.

Tem ainda alguma dúvida sobre Nf-e em contingência? Deixe-a aqui nos comentários!

Fonte: http://blog.sistemahiper.com.br/nf-e-contingencia/

Setores de TI e Telecom possuem maior oferta de emprego no país

Setores de TI e Telecom possuem maior oferta de emprego no país

Pesquisa elaborada pelo site Love Mondays aponta que esses segmentos oferecem 36% das vagas disponíveis.

Investimentos em automatização de processos são uma das principais razões desse aquecimento.

O Love Mondays, portal especializado em carreiras, salários e em divulgar a avaliação dos funcionários em cada empresa, realizou um levantamento sobre o perfil das ofertas de trabalho disponíveis no Brasil. A pesquisa revelou que os setores de TI e Telecom são os que geram, atualmente, mais empregos no Brasil. O estudo apresenta também um cenário de cargos, setores e oportunidades em diversas regiões do país.

Do total de vagas disponíveis, cerca de 36% são de empresas de TI e Telecom. O setor de bens de consumo aparece na segunda posição, com 21% do total de vagas disponíveis, enquanto Serviços Financeiros aparece em seguida com 17%. Os três setores somados correspondem a 74% de todas as vagas que são ofertadas atualmente no site. Os setores de Manufatura Industrial e Consultoria e Contabilidade respondem por 6% das vagas em aberto cada, seguidos de perto de Mídia e Comunicação, com 4%. Já o segmento de Agropecuária responde por 3% das vagas, enquanto o Automotivo por apenas 2%.

“É interessante ver que o setor de tecnologia da informação continua aquecido. Mesmo em tempos de crise, os investimentos nesta área continuam crescendo pois eles permitem que as empresas criem um diferencial competitivo, automatizem processos para melhorar a eficiência e, portanto, reduzam os custos”, afirma Luciana Caletti, CEO e uma das fundadoras da plataforma.

O levantamento apontou que de todas as vagas disponíveis no portal, cerca de 73% estão concentradas na região Sudeste. As demais vagas estão concentradas nas regiões Sul (11%), Nordeste (4%), Norte (4%) e Centro-Oeste (8%). Na divisão por estados, São Paulo lidera com 61% das vagas, seguido do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, empatados com 8%.

Cerca de 34% das oportunidades de trabalho disponíveis miram os profissionais que se encontram em fase inicial de carreira. Cargos de analista representam 20%, enquanto as vagas referentes a estágios chegam a 14%. Já os cargos gerenciais aparecem com 12% das posições, enquanto que posições para consultores aparecem com 6%, desenvolvedores com 6% e, finalmente, cargos técnicos com 6%.

Luciana comenta ainda que em muitos casos a contratação se deve à substituição de profissionais, mas há também setores que sentem menos os efeitos da recessão e que seguem aumentando o quadro de funcionários, como no caso das empresas de TI e de serviços financeiros.

Fonte: Redação / Love Mondays

O desafio de crescer em tempos de crise e mercado retraído.

O desafio de crescer em tempos de crise e mercado retraído.

O primeiro semestre está chegando ao fim e o cenário econômico brasileiro só nos mostra, a cada dia, mais instabilidade. Algumas perspectivas de melhora não se concretizaram e o que vemos é um mercado inseguro, retraído e pessimista.

E para dar números a esta penumbra econômica, o Banco Central acaba de elevar a projeção de inflação para 9% em 2015 e reviu as estimativas para o PIB desse ano apontando uma retração de 1,5%.

Qualquer profissional com 40 anos ou mais sabe que já passamos por crises piores em diferentes momentos da economia brasileira. E saímos vivos de todas elas. Porém, agora temos agravantes inéditos que vão exigir mais do que jogo de cintura para a sobrevivência. O fisco está fechando todas as portas da informalidade; a classe C, que vinha sendo o novo eldorado do consumo, está endividada e só vai comprar o básico; as frentes políticas do País que deveriam buscar a convergência se comportam como fios descascados e os índices de confiança dos empresários na economia e no governo chegaram ao fundo do poço.

Creio que estamos diante de uma inevitável consolidação de empresas. Com raríssimas exceções em segmentos muito específicos, não haverá mais espaço para “barbeiragem”. Empresas com gestão ruim, desconhecimento de seus números, operação ineficiente, desatenção ao cliente e, principalmente, que acham que cortar o cafezinho é o caminho, vão quebrar (já estão quebrando, na verdade).

Mas não vejo só trevas, não. Este cenário já está propiciando a chegada de uma nova geração de empresas. Menores, mais focadas, éticas, ágeis, com gestores mais preparados, nascidas em contexto econômico amargo e, portanto, prontas para crescer e prosperar na escassez. Com elas, um novo holograma de fornecedores, clientes, parceiros e colaboradores. Quem sabe um efeito ‘Noé’ na economia brasileira.

Não há nenhuma técnica revolucionária na manga destes novos gestores. Eles estão apenas aplicando com rigor as regras da boa gestão, conhecidas há anos, mas seguidas por poucos. Porém, o grande diferencial é que estes gestores não estão apenas fazendo listas de dispensas ou cortando custos irrelevantes. Eles estão investindo nas direções corretas.

Tecnologia aderente, processos inteligentes, controle rigoroso de números, capacitação de pessoas, transparência nas relações, atenção aos níveis de serviço e respeito aos colaboradores e clientes. Esses são os componentes que vão formar o DNA da nova geração de empresas e gestores que está surgindo.

Diante disso, para o bem do Brasil, só posso dizer: bem-vinda novamente ‘crise’, bem-vinda nova geração de empresas e gestores. Como sempre, há muito a se fazer.

* Rafael Rojas Filho é Diretor da Target Sistemas

Fonte: http://portalerp.com/blogsdoportal/entry/artigos/o-desafio-de-crescer-em-tempos-de-crise-e-mercado-retraido